O Jornal ACritica publicou na coluna SIM&NÃO dois dias atrás a insatisfação do vice-prefeito de Coari Railson Torres. A coluna informou que o vice-prefeito se encontra desprestigiado, uma vez que quando o prefeito de Coari Arnaldo Mitouso viaja de Coari, quem assume de fato a prefeitura não é ele e sim familiares do prefeito (filhos e esposa), segundo o jornal. Como não houve o desmentido, e enquanto não houver, como foi publicado em um dos jornais de maior circulação do Amazonas e em uma coluna sobre política de maior credibilidade, a notícia passa a ser verdadeira.
Talvez, se fosse postada originariamente neste blog, ou em outro qualquer o fato seria interpretado como intriga da oposição, que quer tumultuar o processo administrativo. Mas como foi publicado em um jornal como o ACritica, o fundo de verdade pesa no fato. Fato aliás, que já vem sendo ventilado nos quatro cantos de Coari, comentando até pelo mais humilde e desinteressado coariense. As intrigas palacianas do prédio da Rua 05 de setembro, número 1.000 que não são apenas de cunho administrativos, mas pessoais, findam extrapolando as quatro paredes e ganhando o conhecimento público ou em tom de escândalo, ou de fofoca, ou de dúvida.
É inegável que a popularidade do vice-prefeito está em alta, que ele atende um contato mais próximo com o povo e que tem mais jeito para tratar com as pessoas e passa a ser inegável que a insatisfação existe sim, a ponto de ser veiculada na capital do Estado. Em Manaus foi que a notícia pegou mal mesmo, repercutindo no alto escalão da política e causando a impressão de que a prefeitura de Coari está sendo conduzida como se fosse a extensão de uma casa onde os laços familiares são mais fortes que os políticos e onde o amadorismo ursupa o comportamento técnico que deve haver na condunção da coisa pública, sem nepotísmo e sem interferência de terceiros no ordenamento público.
É inegável que a popularidade do vice-prefeito está em alta, que ele atende um contato mais próximo com o povo e que tem mais jeito para tratar com as pessoas e passa a ser inegável que a insatisfação existe sim, a ponto de ser veiculada na capital do Estado. Em Manaus foi que a notícia pegou mal mesmo, repercutindo no alto escalão da política e causando a impressão de que a prefeitura de Coari está sendo conduzida como se fosse a extensão de uma casa onde os laços familiares são mais fortes que os políticos e onde o amadorismo ursupa o comportamento técnico que deve haver na condunção da coisa pública, sem nepotísmo e sem interferência de terceiros no ordenamento público.