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Ações de combate à hanseníase em Coari

Palestras foram realizadas na Ufam. Fotos: Carlos Marques.


O quadro da hanseníase no Estado do Amazonas tem mudado gradativamente devido às ações de controle e monitoramento da doença implementadas pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação Alfredo da Matta (Fuam), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (Susam). A Fuam tem feito ações de detecção e tratamento da hanseníase e capacitação de profissionais na capital e no interior do Amazonas para garantir a qualidade na saúde pública do Estado. A hanseníase é uma doença que se manifesta por meio de sinais e sintomas como lesões de pele com diminuição ou ausência de sensibilidade. A doença é causada pelo bacilo Mycobacterium Leprae, não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.

Coari não está entre os municípios de maior incidência da doença.

Conforme os dados do departamento de Controle de Doenças e Epidemiologia da Fuam, o Amazonas registrou uma redução de 80% da incidência da doença passando de 69 casos a cada 100 mil habitantes, em 1989, para 14 casos a cada 100 mil habitantes, em 2014. Em 2014, foram diagnosticados 557 casos no Amazonas. Desse total, o relatório da Fuam aponta que 215 (38,6%) eram pessoas residentes em Manaus e 342 (61,4%) do interior. Os municípios amazonenses que apresentaram os maiores casos de hanseníase foram Humaitá com 38 casos; Eirunepé (24); Itacoatiara (23); Parintins (19); Iranduba (18); Autazes (13); Lábrea (13); Tapauá (13) e Carauari (13).

Equipe do Alfredo da Mata esteve em Coari

No início do mês de maio, esteve em Coari a  equipe da Fundação Alfredo da Matta, para fazer monitoramento, busca de casos, examinar a população e capacitar os profissionais locais. A gerente do Departamento de Doenças e Epidemiologia do órgão, Valderiza Pedroza, destacou a importância desse trabalho de controle e monitoramento da doença no Estado que, no primeiro trimestre deste ano, já registrou 110 casos da doença.

“Trabalhamos de uma maneira geral para fazer a busca precoce dos casos da hanseníase e quebrar a cadeia de transmissão, que esse é um grande objetivo nosso, porque quanto menos pessoas tiverem transmitindo, menos casos vamos ter. E a capacitação de profissionais ajuda porque diagnosticamos os casos precocemente”, explicou.

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