Famílias de Coari recebem 800 títulos definitivos entregues pelo prefeito de Coari Adail Pinheiro, como parte da política pública do município para reduzir o deficit habitacional do Município.
A entrega aconteceu na tarde de sábado (3), aos futuros moradores do Loteamento Municipal Presidente Lula, localizado em área de expansão da cidade, conforme o Plano Diretor do Município. Durante a solenidade, que contou com a participação do deputado federal Átila Lins, foram anunciadas a construção de 2,5 mil casas populares, por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”. A obra para a construção de mil unidades foi lançada na manhã de hoje, também na área de expansão do município.
O deputado federal afirmou que deve agendar uma audiência com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, para que sejam viabilizados recursos federais para a construção de mais três mil casas populares, solucionando o problema de déficit habitacional de Coari, conforme proposta de governo de Adail Pinheiro.
O prefeito informou que 540 casas já estão em construção e, além das mil unidades cuja obra foi iniciada hoje, outras mil casas devem começar a ser construídas no próximo mês. Ainda este ano também serão erguidas mais 500 casas na Zona Rural do município, totalizando cerca de 3 mil casas. Com a parceria oferecida pelo deputado federal, a meta é entregar 6 mil casas até o final do mandado do prefeito, em 2016.
Na solenidade, realizada a partir das 16h, no auditório Silvério Nery, na estrada Coari-Mamiá, na sede do município, os inscritos receberam o título definitivo de seu terreno de 10 x 30 metros, situado no loteamento e entregues por meio do programa municipal Morar com Dignidade.
De acordo com Adail Pinheiro, os critérios de inscrição para os lotes levaram em conta a ausência de imóvel para moradia e a condição para que o inscrito, mesmo necessitado, pudesse construir sua casa própria. Segundo ele, o loteamento será urbanizado pela Prefeitura de Coari, com asfalto e rede elétrica, e conta com áreas já programadas para a construção de creche, Unidade Básica de Saúde (UBS), posto policial, reservatório de água e estação de tratamento de esgoto.
A primeira inscrita a receber o título de seu terreno foi a auxiliar de serviços gerais Izaneide Monteiro de Azevedo, 25, que mora em um quarto construído junto a cozinha da casa da sogra, no bairro Santa Helena. Segundo ela, a previsão para o início das obras é de três meses. “Estou pensando em fazer o piso de alvenaria e, nesse primeiro momento, levantar a casa em madeira mesmo. Eu quero é ter minha casa. Estamos só esperando meu marido receber o dinheiro de um seguro de uma empresa na qual ele trabalhou”, explicou.
