Se o calor do verão Amazônico está escaldando a cabeça dos candidatos e cabos eleitorais que estão pegando sol na moleira todo o dia ainda não chegou às campanhas eleitorais em Coari, nada pode garantir que o pleito vai ficar nesta frieza por muito tempo. A corrida rumo a prefeitura de Coari está fria, falta empolgação, falta entusiasmo. Com o feriado religioso que atravessou a campanha na terra do petróleo e do gás, a sensação de distanciamento do cidadão por parte de seus candidatos aumentou ainda mais.


Em conversa com o eleitor, ouve-se de quando em quando sobre a esquisitice desta campanha. Diferente das demais... Silenciosa. Como se algo estivesse na espreita, na eminência de acontecer. No entanto, faltando pouco mais que 20 dias para o dia "D" e esta frieza atípica da campanha eleitoral em Coari vai mudar, com toda a certeza. Os candidatos, querendo ou não vão ter que "por o pé no acelerador" aquecendo de vez o pleito e suas expectativas. Mas o fato é que este aquecimento do sol de verão, de fato não chegou às campanhas.
O aspecto tempo, seja referente ao clima seja referente ao prazo, vai influenciar ainda mais no aquecimento das campanhas. Dará tempo para alguns candidatos reagirem até o dia? Será a campanha decisiva ou apenas o dia da votação é que vai importar? Digo isto referente às campanhas de prefeito, no prazo exíguo do desenrolar dos fatos até do dia 7 de outubro. O eleitor talvez conviva apaticamente até o fim, levando na cabeça o que pretende fazer, sem demostrar emoção, apenas com a razão, decididamente frio mas fortemente convicto do que deve ser feito.