Disputar uma eleição para um cargo majoritário é muito mais que por um nome à prova, é comandar os seus liderados à vitória. Mesmo cercado de aliados, os mais diversos, o candidato seja ele qual for, não pode perder o comando da situação e nem passar este comando a outro. Quem deve ter a voz ativa em uma campanha e chamar para si a responsabilidade é o candidato.
Se os eleitores perceberem que aquele nome que disputa uma eleição está refém de qualquer situação, ou está sendo manipulados por terceiros, se o grupo político perceber que há uma mão invisível manipulando os destinos de uma campanha, que deveria está sendo liderada pelo candidato, como confiar que se eleito não seria mais uma marionete levado ao sabor dos ventos dos interesses que o elegeriam?
Em Coari, os eleitores esperam determinação, liderança e firmeza por parte de quem for disputar o cargo majoritário. Uma multidão não vai seguir um líder fraco e manipulável, que não passe firmeza e segurança, que não saiba para onde que ir eleitoralmente, que não tenha força e poder de decidir, que não tenha argumento para definir e justificar o que é o melhor para a população.
Este é mais um aspecto importante de uma campanha. A firmeza das convicções de quem põe o seu nome a prova para administrar um município, cujo o assento na cadeira de prefeito pesa mais que uma tonelada como é o caso da prefeitura de Coari, pelas tantas pressões que surgem não apenas no período eleitoral e que continuam durante toda a administração. Ouvir, discutir, conversar e argumentar são princípios de uma gestão participativa, mas o candidato não pode e jamais deve abrir mão de sua liderança, firmeza e determinação em seus objetivos. O povo percebe a fraqueza de um líder, desde a campanha e isto pode custar o preço da derrota ou da vitória.