Da Assessoria de Imprensa de Arnaldo Mitouso em resposta ao post  ARNALDO MITOUSO IMPOSSIBILITADO DE CONCORRER AS ELEIÇÕES POR PENDÊNCIAS NO TCE.


Antecipadamente agradecemos ao editor deste site de notícia pela postura ética de garantir o “Direito de Resposta” e pelo espaço para determinados esclarecimentos que se fazem necessário.


Assim coomo explicamos ao companheiro jornalista Raimundo Holanda, nos causou estranheza a existência, e consequente publicação, de uma lista de prefeitos e ex-prefeitos que estariam inelegíveis, segundo informações oriundas do Tribunal de Contas do Estado (TCE) por conta de rejeição em suas prestação de contas, e ainda constar nesta lista o nome do prefeito de Coari, Arnaldo Mitouso. 



Cabe-nos explicar que o prefeito de Coari ainda não teve suas contas analisadas e julgadas pelo TCE, o que, logicamente, faz com que não existam rejeições. Estas informações podem ser confirmadas através de consulta ao site do TCE (www.tce.am.gov.br) e ainda, caso queira estender a consulta a outros tribunais de contas do País, pode ser feita consulta ao Tribunal de Contas da União (www.tcu.gov.br), ficando claro a situação de total regularidade administrativa e financeira da Prefeitura de Coari. 


Então, concluí-se que é, no mínimo estranho, qualquer tentativa de enquadramento do prefeito de Coari na Lei da Ficha Limpa, e Arnaldo Mitouso está na plenitude de seus direitos políticos. 

Mas, como respeitamos e queremos dar credibilidade aos sites de notícias e seus editores, entramos em contato com a assessoria de comunicação do TCE, em busca da manifestação de quem de direito sobre o assunto, ou seja o presidente daquele tribunal de contas, o conselheiro Érico Desterro. A resposta foi a seguinte: “ Qualquer lista de inelegíveis não partiu daquele tribunal e nem tem a assinatura daquele presidente. Existe um levantamento que está sendo feito pelo TCE, dos últimos oito anos, sobre gestores e ex-gestores públicos, que tiveram suas contas rejeitadas, processos transitados em julgado, ou seja, todos os recursos cabíveis foram negados. Este levantamento deve ser levado ao conhecimento público apenas no dia 05 de julho deste ano”.