Na entrevista concedida à uma rádio local o prefeito Arnaldo Mitouso, negou que em seu mandato haja perseguição a funcionários públicos por ideologia política. "Em mandatos anteriores existia, mas no meu não" - disse Mitouso, e continuou - "minha esposa era efetiva e não foi lotada, e eu fui perseguido". O pior de tudo, que além de reafirmar que tal comportamento é errado, Mitouso adotada uma postura pior, sendo mão de ferro e negando o comportamento de perseguir até as últimas instâncias quem discorda de sua prática administrativa ou não é simpático ao seu governo.

Há no forúm de Coari centenas de processos de funcionários efetivos que simplesmente não foram lotados pela gestão de Mitouso ou foram demitidos à revelia. Pessoas que estudaram o suficiente, fizeram um concurso público e simplesmente têm seus direitos jogados na lata do lixo. Profissionais do mais alto gabarito, que poderiam estar dando sua contribuição para os municípes através do serviço público, são relegados ao limbo do desrespeito às leis, por uma gestão que além de não zelar pelo pagamento dos funcionários municipais ainda persegue os que discordam da maneira mitousiana de governar.

Esta era a liberdade defendida por Mitosuo.