O município que tem a segunda maior arrecadação do estado mas que não constrói uma obra relevante, nem paga seus funcionários em dias e não repassa o dinheiro para pagar os funcionários da Câmara Municipal em dias, é o retrato de Coari. Isto além de outros problemas maiores que afetam a economia e o comércio local. Uma administração assim só poderia chamar a atenção pela aberração que estes fatos indicam.

Com um orçamento de 182 milhões/ano o prefeito de Coari vive com o pires na mãos, como se fosse administrador de um vilarejo. Estes fatos não passam despercebidos para quem tem o menor grau de sanidade mental. Agora passam a chamar a atenção da imprensa do Estado do Amazonas.

No jornal Acritica de hoje, versão impressa, no primeiro caderno, na coluna Pinga Fogo, diz o seguinte:

A primeira-dama de Coari, Aldeneida Mitouso, dise que vai pedir ajuda do Governo Federal para construir um poço artesiano na cidade. O pedido chama atenção já que Coari tem o segundo maior orçamento do Estado.
 Só poderia chamar a atenção mesmo, pois este tem sido o procedimento de Mitouso em Coari. Ele publica na TV local ações que são da iniciativa privada ou do governo do Estado com a assinatura do Governo Municipal. As obras que já existiam ele apenas pintou e pôs placa como se fosse obra dele. Inaugurou rua já pavimentada, quando fez pequenos buracos e ponte no meio do nada, de madeira, com apenas alguns metros de extenção.

O povo de Coari que vê diariamente as mesmas ruas, os mesmos prédios, os mesmos buracos e a mesma negligência do governo municipal cansou. Pergunte a 10 coarienses aleatoriamente o que eles pensam de Mitouso e sua equipe nepóstica e eles falarão o desagrafo que sentem. A humilhação de ser um município rico e viver com o sentimento amargo na boca de pobreza e abandono.