Nós que moramos em Coari temos a sensação de que vivemos em uma cidade sem comando. Os problemas estruturais mínimos não são resolvidos e o dia-a-dia dos coarienses está virando um caos. Quando falo de problemas estruturais mínimos me refiro as questões de fornecimento de energia, pavimentação de vias, pagamento de servidores e coisas do gênero.



Os reflexos de uma administração desastrosa atinge a estima dos coarienses em cheio. O funcionário recebe O salário em atraso e conseqüentemente defasado tendo que pagar juros aos bancos, as demandas sociais não são resolvidas por conta de uma secretaria inoperante e quando o prefeito viaja (ou se ausenta como é o caso agora) tenta deixar o vice--prefeito totalmente inoperante, travado. Com isto, problemas que poderiam ter andamento e solução não são resolvidos não porque o vice-prefeito não tenha capacidade para resolver, mas porque o prefeito não quer que o mesmo resolva.

Os pronunciamentos são feitos pelo irmão do prefeito e não pelo vice, irmão que aliás tem a chave do cofre dos recursos públicos. Esta postura já tem gerado um comportamento até radical nos bastidores do poder. O vice de Arnaldo já chegou até a exonerar o Secretário de Finanças uma vez, mas Arnaldo interrompeu a viagem voltou logo a Coari e readmitiu seu irmão para as finanças da Prefeitura de Coari.

Assim, na inércia de um governo inoperante Coari segue a ermo como uma canoa sem quilha.