Um exemplo de como fazer foi dado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Montagem e Manutenção de Gasodutos do Município de Coari (Sintracomecor) que decidiu entrar com uma ação na Vara da Justiça do Trabalho exigindo o pagamento do adicional de periculosidade de 30% sobre o salário-base e horas extras a cerca de 190 trabalhadores do consórcio Conenge/Acepar que prestam serviço no terminal Solimões.
PARA SER RESPEITADO
E como sinal de que não estão brincando com os seus direitos, para forçar o atendimento à reivindicação, cinquenta trabalhadores da Conenge/Acepar paralisaram as atividades de construção civil no Terminal Solimões, em Coari, por 48 horas nos dias 12 e 13 de janeiro. Com esta atitude séria do sindicato, as partes sentaram para negociar o assunto e resolver o problema. O problema ainda não foi resolvido, mas o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Montagem e Manutenção de Gasodutos do Município de Coari (Sintracomecor) está impondo a necessidade dos direitos dos trabalhadores que representam.
DIFERENTE DO SINDICATO DOS SERVIDORES DA PREFEITURA DE COARI
Bem diferente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Coari que está totalmente à serviço do Prefeito de Coari, sem ter legitimidade para representar os funcionários. A maioria dos dirigentes do sindicato têm ligação política com o atual prefeito de Coari e todas as ações realizadas são tão tímidas que não surtem qualquer efeito em impor o respeito ao direito dos funcionários públicos que amargam um ano de atraso salarial e de desrespeito a muitos direitos essenciais do trabalhador. É uma verdade chocante, mas é a realidade dos funcionários públicos de Coari.
DANIEL MACIEL
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