As maiores dificuldades surgem mesmo por conta da maneira não institucional que se comporta a prefeitura de Coari, através de seu representante. Alguns exemplos: requerimentos solicitando expedientes feitos pelo plenário da Câmara não são respondidos. Decisões não são acatadas: um exemplo disto é o nome do Centro Comunitário do Bairro Urucu, que foi desautorizado pela Câmara, mas continua do mesmo jeito, a decisão do poder legislativo não foi respeitada.
O pior de tudo, nesta relação institucional que não tem sido levada à sério e o atraso de repasse do duodécimo da Câmara: além de repassar na data errada o valor repassado é discutível. Tanto que a Câmara Municipal através de seu representante, Argemiro Brasil ganhou o reconhecimento do STF na querela jurídica com a prefeitura.
Do ponto de vista institucional, Argemiro agiu corretamente durante o exercício de seu mandato que termina este final de ano e que pode ser renovado, pois a Lei Orgânica prevê reeleição. Se os vereadores estivessem com vontade política, já teriam elementos suficientes para cassar o mandato do prefeito Arnaldo Mitouso, em face destas desobediências à decisão do poder legislativo.
25 de Novembro de 2010
DANIEL MACIEL
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