
Hoje realizei o último programa de TV desta semana, sábado e domingo não faço o programa na TV, apenas apresento o programa religioso na Nova Coari FM no domingo pela manhã. O programa Coari em Destaque é um desafio à parte para mim pois é ao vivo, diário e sem todas as condições técnicas para que seja considerado 100% no aspecto técnico, mas como segue a linha popular de notícias, informações e reividicações dá pra passar. Sem falar na dedicação, companheirismo da equipe e criatividade de quem está envolvido: o certo que muitas pessoas dizem que assistem, e se assistem é porque encontram algo de bom no programa.
UMA SEMANA DE MUITAS DENÚNCIAS
Esta semana o programa foi marcado por múitas denúncias, principalmente denúncias de violência, violência promovida pela ROCAM, que veio para cuidar da segurança enquanto o impasse político durava. Entrevistei ao vivo um senhor severamente espancado e cuja as imagens que mostrei no programa chamou a atenção de muitos outros que depois me procuraram para dizer que também foram espancados. Fiquei preocupado com tudo isto, pois geralmente o povo de Coari é muito pacato, e os ecessos me causaram preocupação até porquer os direitos humanos são inalienáveis e devem ser preservados.
TORTURA
Encontrei em um site que traz um enfoque sobre a tortura no Estado de São Paulo, mas vale como reflexão para todos os estados da federação, onde mesmo proíbida é uma prática de fundo de cadeia que só vêm a tona quando alguém tem coragem de denunciar.
"A tortura é um método de investigação muito utilizado no Brasil, apesar de ser proibido pela Constituição e pela legislação federal (Lei n º 9.455, de 7 de Abril de 1997). Além disso, o governo brasileiro assinou uma série de tratados, pactos, convênios e convenções internacionais de direitos humanos proibindo a tortura. A tipificação do crime de tortura foi uma conquista da nossa sociedade. No entanto, não temos a jurisprudência de aplicação dessa lei. Após anos de sua vigência, não há ainda no Brasil uma única condenação pela prática de tortura. Essa impunidade se deve à conivência dos agentes de identificação e coibição da tortura.Órgãos Periciais e de Controle".