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MUNDO: Mãe acusada de abandonar filho com síndrome de Down dá sua versão


Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 07/02/2015 14:51:43
  
Leo foi viver na Nova Zelândia (Foto: Reprodução)
Depois que o pai de um bebê com síndrome de Down disse que a mãe da criança afirmou que o casal teria que se divorciar se ele quisesse manter o filho, a mulher veio à público divulgar sua versão. Ruzan Badalyan, mãe do pequeno Leo, compartilhou no Facebook um texto em que nega ter dado um ultimato ao pai do garoto, Samuel Forrest. Ela disse que tomou uma difícil e dolorosa decisão de que o bebê teria melhor tratamento na Nova Zelândia.
As leis da Armênia, onde o bebê nasceu, permitem que a mãe doe a criança para adoção.
"Como uma mãe que tem enfrentado uma situação grave, estando em um hospital sob stress e depressão, experimentando uma grande pressão de todos os lados, não encontrando qualquer apoio da parte do meu marido ou qualquer possibilidade de dar uma vida decente à criança na Armenia, eu encarei duas opções: cuidar do meu filho por conta própria na Armênia ou abandonar meus instintos maternais e estender ao bebê uma oportunidade de aproveitar uma vida decente com o pai na Nova Zelândia. Eu escolhi a segunda opção".

Ela diz ainda que Sam nunca sugeriu que ela fosse com o filho para que os dois criassem o menino juntos. "Ele também não me disse nada no dia que entramos com pedido de divórcio. A única coisa que ele seguia dizendo era que ele não queria que nos separássemos, enquanto minha questão de o que devíamos fazer sempre permanecia sem resposta".
Pai disse que mãe pediu divórcio (Foto: Reprodução)
Ruzan diz que a situação que crianças com deficiência enfrentam na Armênia também foi decisiva para decisão. "Eu entendo que na Armênia, onde não há uma infraestrutura social para ajudar as crianças com problemas de desenvolvimento, sem apoio governamental, com a contínua dura situação econômica do país, com a possibilidade de uma renovada guerra com nosso hostil vizinho (Azerbaijão) sempre ao fundo, com meu salário de $ 180, sendo parcialmente sustentada por minha irmã e vivendo na casa de minha mãe e não tendo qualquer outra receita, já que meu marido não trabalhava, eu não teria como criar meu filho com necessidades especiais".
O pai e o pequeno Leo conseguiram arrecadar mais de 400 mil dólares através de uma campanha online para pagar pelos cuidados do bebê na Nova Zelândia.

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