BARCO CIDADÃO

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PROGRAMA COARI A TODO GÃS

Neste domingo foi veiculado mais uma edição do programa COARI A TODO GÁS, que estã sendo transmitido para todo o Estado do Amazoanas pela Tv Manaus. Nesta edição foi mostrada uma matéria contestualizada nas lendas amazônicas, especificamente a lenda do boto, contada por pescadores que vivem a cotidiano integrados ao universo lendários das águas amazonenses. Além disse, o perfil do cantor coariense Udinilson Oliveira e outros assuntos do cotidiano coariense. É bom vermos, como todos os assuntos do dia-a-dia de Coari são mostrados para todos os amazonenses conhecerem.
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DE VOLTA...AS POSTAGENS

Depois de uma semana bastante tulmutuada, onde procurei ajustar os assuntos na Secretaria de Comunicação, já consegui organizar o meu tempo. De tal forma que será possível agora voltar a atualizar este blog, que anda meio desatualizado. Aguardem, novos assuntos.
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NOVO DESAFIO


Ontem, dia 14 de Março assumi um novo desafio em minha vida, quando assumi a Secretaria Municipal de Comunicação. Houve uma mudança em quatro secretárias. Sairam os secretários de esporte e lazer, de meio ambiente e turismo, de comunicação e desenvolvimento rural, na ordem: Rodrigo Alves, Alvimar Monteiro, Walcione Tavares e Vicente Ferreira Lima... Todos possíveis candidatos as eleições 2008. Saiu também o Secretário de Obras Paulo Bonilla que foi empossado na mais nova autarquia municipal, na CAESC (Companhia de Água e Esgotos de Coari), que vai subistituir a COSAMA.
Assumiram novos Secretários. Na comunicação Daniel Maciel; na de esportes e lazer Waldir Peres; na de Obras Aldaí Barbosa; na de Infraestrura Rural Alexandre Lauria; na de Planejamento Cesar Vasquez.
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Senac Amazonas expande unidades no interior


MANAUS - O Senac Amazonas pretende entregar mais duas unidades nos municípios de Tefé e Coari ainda este ano. As unidades atenderão nas 12 áreas de atuação do órgão.

O Centro de Formação Profissional “José Tadros”, em Manaus, está passando por ampliação e reforma. O local ganhará mais cinco salas, um laboratório de informática, uma biblioteca que atenderá a princípio o público interno e um auditório com capacidade de 80 vagas. A unidade será reinaugurada em Julho.

De acordo com a gerente do Centro de Formação “José Tadros”, Elisangela Balbi, a importância na modernização e ampliação da unidade vêem atende às necessidades do mercado de trabalho, que exige cada vez mais variedade e qualidade de cursos.

Universidade Senac

Um antigo prédio que abrigou no passado a Escola Senador Lopes Gonçalves está sendo restaurado para abrigar a Universidade Senac. A instituição vai oferecer vagas para as áreas de comercio, turismo, hospitalidade, imagem pessoal, gestão e informática, além dos cursos de pós-graduação à distância.



Fonte: Sesc/Senac - RC
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IBAMA

THIAGO REIS
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
da Agência Folha

Apesar de o governo Lula ter eleito o combate ao desmatamento como uma de suas prioridades, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), órgão responsável pela fiscalização no país, tem hoje apenas um fiscal para cada 4.502 km².

Isso significa dizer que cada um desses servidores tem a obrigação de cuidar, em média, de uma área equivalente a três cidades de São Paulo.

Quatro Estados que compõem a região amazônica estão entre os cinco mais críticos nessa proporção.

No Amazonas, são 79 fiscais. Na média, são 19.883 km² para cada um. No Pará, há 8.050 km² para cada um dos 155 fiscais.

Levantamento feito a pedido do próprio Ministério do Meio Ambiente mostra que há 2.030 pessoas hoje trabalhando em todo o sistema de unidades de conservação do país. O próprio ministério admite que o ideal seria ter ao menos 9.075 servidores (ou seja, uma necessidade de incrementar essa mão-de-obra em 347%).

"Não há estrutura para conter o desmatamento na Amazônia. O dinheiro a ser manejado por hectare é uma brincadeira", disse Maria Tereza Pádua, ex-presidente do Ibama e membro da União Mundial para a Conservação da Natureza.

Segundo ela, o enfraquecimento do órgão é claro e tem um objetivo: "Não atrapalhar o crescimento econômico". Raul do Valle, do ISA (Instituto Socioambiental), concorda. "A questão ambiental ainda é vista como obstáculo, entrave."

Em São Paulo, há um funcionário para cada 2.955 km². O Rio de Janeiro é o Estado mais "vigiado": existe um fiscal para cada 590 km².

O ex-superintendente do Ibama no Amazonas e professor da Universidade Federal do Amazonas, Frederico Arruda, diz que é difícil comparar o número de fiscais por área no Brasil com o de outros países. Para ele, a maneira como a legislação ambiental é seguida ou não em cada local é um dos principais fatores que determinam a quantidade necessária de fiscais. "Nos parques nacionais dos EUA, por exemplo, não é preciso muitos fiscais, porque a lei é dura e funciona."

Para Maria Tereza Pádua, há, no país, pouco menos de quatro fiscais por cada mil km² em unidades de conservação. A média mundial é de 27 para a mesma área; nos EUA, há 33.

Além da falta de pessoal, servidores ainda reclamam do sucateamento do órgão. Entre a lista de queixas dos funcionários do Ibama, estão desde a falta de estrutura básica (como carro, combustível, armas ou telefone), baixos salários e desorganização administrativa até a falta de proteção a funcionários ameaçados de morte.

No município de Coari (AM), por exemplo, o escritório regional não tem nem sequer uma sede própria ou um telefone. É preciso tomar emprestada uma sala no prédio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística).

Quando os funcionários da superintendência de Macapá (AP) fazem operações, têm de usar armas da década de 1930, afirmaram os funcionários. Em Rio Branco (AC), um servidor que não quis se identificar disse que, entre agosto e setembro do ano passado, a linha telefônica da superintendência foi cortada por falta de pagamento. Segundo ele, várias denúncias deixaram de ser atendidas e os servidores usavam o celular pessoal para se comunicar. Ele chamou a fiscalização do órgão de "fictícia".

Outro lado

Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, o órgão compensa o número "não ideal" de fiscais com ações "otimizadas" e focadas em áreas de proteção prioritária, das quais servidores de outros Estados participam, em sistema de rodízio.

"[O Ibama] não precisa estar em cada palmo de terra, mas nas áreas estratégicas." Para ele, o planejamento "faz otimizar a capacidade instalada".

Montiel deu o exemplo da ação do Ibama na Amazônia, onde o trabalho é feito a partir de dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e conta com investigações da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e da Polícia Federal. "Isso permite que se coíba o desmatamento no momento em que ele ocorre."

Ele disse que o Ibama atua prioritariamente em cerca de 40% da floresta --locais onde ocorre o maior desmatamento.

Montiel afirmou ainda que a parceria com a PF, com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), com a FNS (Força Nacional de Segurança) e com as secretarias ambientais estaduais fortalece a fiscalização. Ele disse não saber qual o número ideal de fiscais para o Ibama. "Nunca fizemos a conta. Mas mil, 2.000, 3.000 a mais seria bom." Desde 2003, início do governo Lula, cerca de 2.000 analistas ambientais foram concursados, afirmou. Deles, metade foi treinada para fiscalizar.

Em relação às críticas dos servidores feitas à Folha, Montiel afirmou que, desde 2004, foram gastos cerca de R$ 29 milhões com infra-estrutura --como carros, laptops, câmeras fotográficas digitais, armas e GPS (em inglês, sistema de posicionamento global).

Colaborou KÁTIA BRASIL, da Agência Folha, em Manaus
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ALGUNS DIAS...

Já alguns dias estava sem postar nada sobre a terra do Petróleo e do gás natural devido a um erro na minha conexão com a internet; volto hoje a publicar novamente os textos, não sob a pretenção de ser o detentor da verdade, mas acima de tudo pelo dom da liberdade de opinar, de expressar pensamentos.

O papel virtual é boa tela para expormos os mais diversos requisitos da alma e do intelecto, contribuição que à velocidade da luz os faz correr aos convins da terra e retornando em opiniões não tão inteligentes ou educadas, mas de qualquer forma, opiniões. O lixo hoje em dia é reciclado, porque não muitas bravatas coroadas de palavrões? Sem contar o paradoxo dos sentimentos de baixa estima ou de pessimísmo crônico que assola o espiríto de muitos. Pessoas quem não conseguiriam ver uma jóia no solo, porque seus olhos só conseguem ver a poeira.

Vamos ser criticos, mas sobretudo coerentes. Vamos ter posicionamento político, mas acima de tudo, propostas, alternativas, saídas. Viva a liberdade de expressão, mas viva também a responsabilidade de assumir o que se fala e escreve. O mundo não é unânime, e nem é bom que o seja, mas o respeito a quem discorda do nosso pensamento deve ser a extensão da nossa racionalidade.

Quando alguém entra no meu blog e deixa palavrões, impropérios e xingamentos, penso está lidando com alguém não racional e que só dá o que tem: lixo. Não me prejudica, pois tais xingamentos não alteram o que penso sobre mim, mas reforça o que penso sobre tal cidadão: um animal que só sabe rangir os dentes e salivar o seu próprio rancor, sem nada acrescentar, como um verdadeiro cão que ladra mas não morde, e ainda se arvora do seu emprego federal. Grande coisa...
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