GINÁSIOS POLI ESPORTIVOS


Os bairros: Centro, Taua-Mirim, Espirito Santo e Chagas Aguiar vão ganhar, cada um, ginásios poliesportivos. De agora, já nota-se a mudança na paisagem urbanistíca da cidade com a construção deste ginásios, por dentro a visão é melhor ainda, porque com a construção deste espaços os amantes do esporte terão um lugar apropriador para o lazer com a prática de diversas atividades esportivas, a cidade será palco de grandes eventos esportivos, religiosos e sociais. Cada ginásio conta com um palco para facilitar a interação das atividades esportivas com outras atividades. Pra frente é que se anda!
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PLANO DIRETOR

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FOTO CURIOSA


Vejam só vcs, esta foto curiosa. Uma caçamba virou e levou muitos curiosos para acompanhar de perto a cena diferente. As pessoas estão assustadas, depois do acidente que vitimou pessoas na Estrada Coari-Itapéua, um outro acidente envolvendo estes veiculos tão pesados. Por pouco não entrou porta a dentro de algumas casas à margem da rua.
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E TOME CHUVA

Nesta quinta-feira, dia 23 o dia amanheceu debaixo de uma chuva torrencial em Coari. Um daqueles dias que dá vontade de ficar um pouco até mais tarde na cama, impossível para quem trabalha. De todos os males o menor! Parece que agora o inverno chegou de vez, e daqui pra frente é assim, chuva quase todo dia. Bom para a molecada que vai para as ruas, correr debaixo da chuva.
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REVELAÇÕES DE UMA VIAGEM AO RIO COPEÁ

Uma realidade própria, de nossa região, de nosso município que é possível detectar em uma viagem a Zona Rural. Levei uma máquina fotográfica para tentar registrar estas nuanças da vida do interior do município de Coari.

TRANSPORTE REGIONAL - PERIGO E AVENTURA

A imagem deste barco superlotado me chamou a atenção. É o meio de transporte mais utilizado, o nosso ônibus. No caso deste, superlotado: perigo maior, pois os passageiros estão sem colete.

Um pouco mais adiante, em meio a tanta água e tanto verde, surgem os sinais evidentes dos instrumentos que passaram a compor o cenário de nossa Zona Rural com o advento do gasoduto: balsas utilizadas no transporte de máquinas pesadas e equipamentos.

TRABALHO NO MEIO DA MATA

TERMINAL SOLIMÕES

RIO COPÉA

FLUTUANTE NO RIO COPÉA

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TROCA DE COMANDO

Sai o Capitão Airton Norte e entra o Capitão José Francisco Bonartes no comando da policia militar de Coari. O capitão norte foi o criador da 9 Companhia Independente de Coari.
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DIA DA CAIXA ECONÔMICA EM COARI

Representantes da Caixa Econômica Federal estiveram em Coari para atender a população com relação aos beneficios do governo federal (Rede de Proteção Social) através da Caixa Econômica. O prédio dos programas sociais ficou superlotado, em cima e em baixo.
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SOLTURA DE QUELÔNIOS


"EM MINHAS MÃOS OS QUELÔNIOS EM BREVEM SERIAM DEVOLVIDOS AO MEIO AMBIENTE"
Tive a oportunidade de mais uma vez fazer uma visita a Ilha do Geral II, no Médio Solimões, aqui em Coari. Levamos cerca de duas horas de viagem no barco 07 irmãos, que rasgou as águas barrentas com o objetivo de nos levar a um lugar onde a natureza ainda é respeitada e guardada com carinho.

"DETALHE: VIDA EM MINHAS MÃOS"

Os próprios comunitários se esforçam a mais de 13 anos para manter aquele lugar resguardado e preservar as várias espécies que vão ali procriar; desde gaivotas até quelônios. Nesta nossa última viagem, fomos soltar os filhotes de quelônios que já estava aguardando o momento de voltar as águas após o período de choca. Devido o cuidado dos próprios moradores, e do acompanhamento da ONG coariense SOAMA (Sociedade Amigos do Meio Ambiente) foram soltos 1.549 filhotes de tracajás e tartarugas. Uma missão assaz recompensadora, pois ver aqueles animaizinhos serem soltos, voltarem a natureza, garantindo assim a perpetuação da espécie, faz com que interiormente sintamos uma sensação de dever cumprido.
O interessante foi ver a euforia das crianças, entusiasmadas para participarem da soltura, futuro nas mãos do futuro, uma nova consciência que precisa ser transmitida para os adultos que virão. Segundo informações do Secretário de Meio Ambiente, a perspectiva para o próximo ano, é que com o apoio da secretária pelo menos 5.000 quelônios sejam soltos, pois a área se tornará uma área de preservação do municipio.


"A CRIANÇADA PARTICIPOU DA SOLTURA"
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PREOCUPAÇÃO PERTINENTE

Renan Albuquerque

A coordenação do projeto Piatam está preocupada com a situação dos “filhos da borracha”, tendo em vista os impactos estruturais e infra-estruturais que poderão ser causados pela construção do gasoduto Coari-Manaus a esses moradores, situados às margens do rio Urucu (Coari). As populações são consideradas tradicionais e remanescentes do período áureo da venda de látex do Amazonas. O novo projeto foi denominado “Piatam Urucu” e tem como preocupação uma situação que só se tornará alarmante quando acontecer. Ou seja, a “morte étnica” de moradores do entorno da base de Urucu. O fato, inclusive, é relevante no contexto histórico do Estado. Pois a extinsão de um povo tradicional causa irreparável perda histórica, de acordo com avaliação dos próprio dados do Piatam. “O projeto tem um caráter inovador, sendo um dos poucos trabalhos realizados em rios de terra firme na Amazônia. Além disso, há um outro componente social interessante (na ação), considerando que as comunidades existentes nessa localidade são bastante isoladas e apresentam um modo de vida diferenciado em relação às outras comunidades estudadas pelo Piatam”. As linhas gerais da proposta visam não deixar que o modo de vida da população tradicional se percam com os impactos causados pela pasagem do gasoduto. E, apesar da urgência com que o projeto está sendo conduzido, a análise será sistematizada para que não haja erros na medição dos impactos do gasoduto sobre os povos.
A amostra populacional dos participantes do estudo foi definida ainda em setembro, quando coordenadores e pesquisadores do Piatam realizaram excursão para explorar a área. Quatro ponto estratégicos de coleta de dados foram definidos a partir de um sobrevôo ao local onde moram os comunitários, que hoje trabalham explorando castanha, realizando beneficiamento e com vendas do insumo. Nesse caso, o “modo de vida diferenciado” seria balizado pelos modos de produção da população, os quais ordenam as relações de poder nas populações. Por conta disso, o Piatam teria de analisar, por meio de levantamentos etnográficos, os parâmetros sociais de sustentabilidade da comunidade estudada.A comunidade de remanescentes da borracha passará por um recenseamento por conta dos dados disponíveis sobre a população estarem defasados e serem pouco específicos e não direcionados aos anseios do Piatam, que deverá correlacionar as informações perante outros dados extraídos de outros estudos.

O que é o Piatam?

O Piatam é um grande programa de pesquisa socioambiental criado para monitorar as atividades de produção e transporte de petróleo e gás natural oriundos de Urucu, a maior província petrolífera terrestre brasileira, localizada em plena Floresta Amazônica.Reunindo mais de cem pesquisadores, o Piatam promove excursões para coleta de dados no trecho do Rio Solimões por onde navegam os petroleiros: entre Coari, onde se localiza o Terminal do Solimões (Tesol), que recebe e embarca o óleo produzido em Urucu, e Manaus, onde está a refinaria Isaac Sabbá (Reman).As excursões acontecem quatro vezes ao ano, durante as diferentes estações hidrológicas do rio (enchente, cheia, vazante e seca). Cerca de 400 km são percorridos pelo barco de pesquisa e nove comunidades ribeirinhas são visitadas.Ao longo de dez dias, pesquisadores e técnicos coletam dados e amostras sobre os ecossistemas e as populações humanas. Todas as informações geradas são armazenadas em um banco de dados integrado ao Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e geram produtos para gestão ambiental, tais como mapas de sensibilidade a derramamentos de óleo. Paralelamente, as pesquisas produzidas pelo Piatam vêm aprofundando o conhecimento científico sobre a região.

Fonte: http://www.emtempo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=335&Itemid=28
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UM FATO QUE MARCOU A HISTÓRIA DE COARI

Dr. Odair: cruelmente assassinado

Muitos lembram daquele dia fatídico, quando o féretro passava pelas ruas de Coari, carregando o corpo imóvel do prefeto de Coari Odair Carlos Geraldo. Lembro-me muito bem onde estava naquele dia: em frente a Escola João Vieira, em uma calçada um pouco acima do nível da rua, que permitia uma visão privilegiada do féretro, quando as pessoas davam o último adeus, após o corpo ter sido trasladado para Coari, em uma ultima alternativa de tentar salvar a vida do prefeito branco e de olhos claros.
O terrível assassinato aconteceu no dia 13 de agosto de 1995, um dia dos pais trágico para a história do município. As desavenças políticas saíram do campo da discussão retórica e ideológica e partiram para o campo pessoal, e o ex-vereador Arnaldo Mitouso, que já vinha tendo uma série de desavenças com o ex-prefeito em uma confusão seus irmãos de sangue e assessores do ex-prefeito que resultou na morte do médico que era prefeito. Depois de 11 anos, a 1ª Vara da Justiça de Coari decide levar a júri popular o ex-vereador Arnaldo Mitouso, acusado de assassinar Odair Carlos Geraldo. Segundo o Jornal “O Estado do Amazonas”: “Réu confesso em primeiro interrogatório na justiça, quando confessou diante de seu advogado na justiça, e do magistrado presidente do primeiro Tribunal do Júri da Capital (fls. 355) ter disparado contra a vítima. Se condenado, Arnaldo pode pegar de 12 a 30 anos de prisão”.
Com o fato noticiado pela imprensa de que o julgamento do assassinato de Odair Carlos Geraldo vai acontecer, o fato volta a ser comentado nas ruas e pelas pessoas da cidade, fato este que já estava esquecido por muitas pessoas. Quem não esquece na verdade, foi quem viveu o fato e viu o luto de Coari, não apenas pela morte de um prefeito, mas pela loucura dos homens que pela ânsia pelo poder não medem as conseqüências de seus atos, desvalorizando o bem maior da humanidade: a vida humana.
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A QUEM INTERESSAR POSSA


Estou desenvolvendo um projeto, um livro de crônicas e poesias, onde o tema central é Coari. Poderia ser sobre qualquer outro tema, mas acredito que precisamos enriquecer a cultura coariense, ressaltando os conhecimentos nossos, próprios, nossa cultura na literatura, que é bem escassa, até porque poucos se aventurar trilhar este caminho. Justamente, este parece ser o maior desafio, mostrar que derrepente o caminho da literatura, da escrita, deve ser aventurado por aqueles que têm vontade, por coarienses que encontre nas letras um caminho de criação, de contribuiçao intelectual e cultural, de criatividade, sem maiores prentenções, apenas pelo livre prazer de escrever, de criar e de imaginar.
Meus planos são para que até o final do ano este livro que desejo chamar de "Coari: Centro do Meu Universo", esteja disponível para apreciação dos leitores coarienses. Espero que possa contribuir de forma tímida, sei, mas com a postura de quem apenas não ficou vendo a história passar sem contribuir para que ela acontecesse.
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TERRA DA HOSPITALIDADE

Algumas coisas são marcantes em Coari, e propagadas aos quatro ventos, uma delas é a hospitalidade de seu povo, hospitalidade gabada e definida como uma marca, uma grife. É claro, que como o tempo passa as coisas mudam, talvez a hospitalidade dos coarienses já não seja mais a mesma do tempo de vila, de cidade pequena; mas ainda somos hospitaleiros, ainda recebemos bem as pessoas, mesmo com o crescimento acelerado da cidade e dos medos e receios de uma cidade que vai ficando grande.

Receber bem as pessoas, oferecer um cafezinho, servir um bom almoço, sorrir e festejar momentos únicos, acolher com carinho os que chegam por aqui meios desconfiados e daqui não querem mais sair, consolidando assim a fama da hospitalidade do coariense. É verdade, que somos hospitaleiros, porque queremos bem as pessoas, acreditando nelas, na expectativa de que tragam bons fluídos e que assim somem mais com nosso destino, com nossas esperanças. Como o Brasil somos formados pela mistura de vários matizes de nossa formação nacional: eu mesmo sou descente de cearense com uma cabocla legítima, resultando num coariense que como muitos coarienses gosta de ser gentil e hospitaleiro como os demais. Parece que para nós, coarienses, ser gentil é o mesmo que plantar amizades, que interligar corações, na expectativa de que dar certo acreditar e tratar bem o próximo, mesmo sob pena de enganar ou ser enganado. A geração de novas amizades no ventre da hospitalidade nos faz povo diferente. Existe fama que não faz muito bem a quem a carrega, mas ter fama de ser hospitaleiro é bom demais. 

O sorriso que recebe o viajante e a lagrima da despedida do amigo conquistado é prova maior desta hospitalidade, ah... E outra coisa: os quilos a mais decorrente das churrascadas, dos almoços e jantares, das festas regadas a muita bebida e comida, confirmam o adágio mais do que popular: quem vem a Coari e prova do Jaraqui não quer mais sair daqui.
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